Preço de Venda: Tudo na ponta do lápis!

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Calcular corretamente o preço de venda tem correspondência direta com a boa saúde do negócio.

O cálculo do preço de venda é de extrema importância para qualquer negócio. Seja para equilibrar as contas e garantir fôlego nos primeiros anos de vida da empresa – quando ele deve ser estruturado juntamente com o Plano de Negócios – ou, seja para entrar na briga por maior competitividade junto às concorrências de mercado.

A regra vale para todo segmento de atividade ou setor, seja para comércios, indústrias ou prestadores de serviços em geral. Saber desde o começo quais são os elementos que formam o valor final que será cobrado aos consumidores faz toda a diferença para o futuro do negócio.

Muitas vezes o negócio fracassa e não se sabe o motivo. Foi o preço!

O erro mais comum, e também o mais grave, é se basear somente no que a concorrência está cobrando, ou seja, só levar em consideração o valor de mercado. Um raciocínio bastante simples mostra claramente que esse comportamento pode levar a empresa ao fracasso:

Sua loja é nova no local e você cobra o preço de mercado. Por que razão o cliente vai deixar de comprar na loja estabelecida a mais tempo para comprar na sua? Em tempos de crise, você já começa sem competitividade no que diz respeito a preço, por mais que sua loja seja bonitinha!

Preço de Venda: Tudo na ponta do lápis!

A orientação inicial é calcular o preço sem considerar a margem de lucro. Isso dará a noção exata do custo que está sendo vendido.

Se na formação do preço de venda você souber que seu produto custa R$10,00 e seu concorrente vende a R$13,00, sabe-se então que pode vender a R$12,00. Isso significa que você tem margem para trabalhar. Seu lucro pode cair um pouco, mas por outro lado você garantiu a competitividade.

Para a formação do preço de venda, além da base do valor de mercado, é necessário mensurar o custo de produção e/ou de compra da matéria-prima, assim como todas as despesas fixas e custos variáveis de cada item necessário para o negócio.

Calculado todo custo de estrutura do negócio, o passo seguinte deve ser a comparação com o preço praticado no mercado, que nunca deve ser feita antes da avaliação interna.

A ideia é que isso também lhe dará condições de avaliar produtos que não valem a pena ter na loja. De repente alguns deles só lhe darão lucro se o volume de vendas for grande, e talvez por essa razão, não compense oferecer essa mercadoria ou esse serviço. Esse argumento foi retirado do livro: A Cauda Longa – O mais elegante conceito de negócios da atualidade!

Para saber mais sobre como administrar seu dinheiro, leia também o artigo sobre Controle de Fluxo de Caixa.

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Henrique Morbi

Henrique Morbi é publicitário graduado em publicidade e propaganda pela Faculdade de Belas Artes de São Paulo e especialista em gestão de negócios pela ESPM – Escola Superior de Propaganda e Marketing. Atua como Diretor de Atendimento e Novos Negócios na iD. Publicidade & Tecnologia, como Presidente de Imagem Pública do Rotary Vila Alpina e como Conselheiro de Marketing do CIESP Distrital Leste.

 

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